"AGAIN... THE LEGENDARY MEN RETURN..."
Estamos de volta. Mais insanos e apopléticos do que nunca!
Aguardem!!!... Nossas vidas jamais serão as mesmas... HAHAHAHHAHAHA...
Preâmbulo às “Pretensões babacas de pseudoliteratura”
Desde os tempos mais longínquos, nós, seres ditos humanos, homens medíocres e limitados, nos prestamos a tentativas mal sucedidas de literatura. Desde a concepção desta arte, é que estamos aqui, neste incessante esforço, nesta luta completamente vã, nesta perda de tempo interminável que se dirige à pretensão de escrever algo que realmente sirva para alguma coisa e consiga transcender a fronteira dos dias e chegar, nem que sofregamente, nem que se arrastando, à posteridade.
É usando minhas pífias condições de sub-humanidade (digo, eu, enquanto ser Cro-Magnon) que tenho direcionado, já há algum tempo, as fagulhas de pseudo-inteligência que invadem meus pensamentos e os elevam da completa escuridão à penumbra que vai de encontro ao questionamento dos por quês dessa infinita insistência que leva seres portadores de visível incapacidade de produzir literatura ao mirabolante e estúpido raciocínio de que estes são, por ventura, capazes de ascender à plataforma de verdadeiro literato.
Enfim, que diabos faz com que um cidadão, dito completo imbecil, pense (se disto ele é capaz, pois me parece que não) que é capaz de conseguir, por algum momento, seja por providência divina ou não, escrever literatura???
Infelizmente, minha mente doentia, mesmo absorta nesses questionamentos durante quase a totalidade do tempo, ainda não foi capaz de descobrir a razão da estupidez do nascimento da pseudoliteratura. Gênero este, que se prolifera perigosa e impiedosamente sobre nós que insistimos em viver o lado escuro da cidade.
A pseudoliteratura tem, incessantemente, repito, incessantemente, insistido em invadir nossas vidas, nossos bares, nossos lares, nossos copos de cerveja, nossas mentes e afins. Ela (a tentativa literária) é um perigo iminente - desde Homero até nossos dias - rondando, observando, pronta para o ataque repentino. Parece espreitar-nos a cada passo, a cada esquina, escondida atrás de cada lata de lixo, pois, ali, é o seu devido lugar.
Foi numa tentativa de desvendar esse mistério (Qual a razão de se trazer a lume escritos de merda que qualquer “homem de letras” genuíno escreveria com oito anos de idade? Isto é, se possível se faz o lume nessa penumbra maldita que nos envolve absolutamente. – Vejam!!! Mesmo a mostra da pseudoliteratura não ultrapassa uma tentativa!) que me enveredei por este sombrio universo das “Pretensões babacas de pseudoliteratura”. Pois, como Raul (não vovó! Raul!!!) já dizia: “para entrar num buraco de rato, de rato você tem que transar...”. Porém, para minha completa decepção, descobri minha incapacidade de desvendar mistérios, acompanhada da igual incapacidade de fazer literatura que preste. Além disso, para o meu desespero e, também, de todos, descobri que não devemos, de maneira alguma – nunca! – se meter com a pseudoliteratura. Ela é um monstro que engole a todos e está em todos os lugares, inclusive aqui, nestas mal traçadas, proxenetas, prostitutas e malditas linhas.
Renato Nobilis
3ª era glacial,
ano 3027 do calendário de Moojahvev.

Agora, sabemos que tipo de "apoio" recebia FHC quando estava no exercício do poder. Maldito! Apelando para as "forças do mal"!!! Ps.: O difícil é saber qual deles estaria entrando numa fria ( Mojica ou FHC ).
Repito: Maldito! Mil vezes, maldito!!!
Almeida, quase um eclesiástico.
O Tsunami! Joey Ramone na crista da onda com seu calção de margaridas vermelhas!!! Cardosão...
![]()
|
||||